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Minas Gerais - Parte 7

Dia 30/10 (sexta) - Fechamos a s contas no hotel e fomos com mala e tudo para Inhotim. Chegamos cedo em Inhotim (09:30h), para finalizar as visitas!!! Deixamos tudo no porta volumes de lá. Hoje foi o dia de utilizar o transporte. 1º fomos para a parte rosa.



A8 - Olafur Eliasson (Sudden intuitive Realization)Elemento comum na paisagem islandesa, o iglu é utilizado para cobrir as muitas nascentes de água quente que constituem a maior fonte de energia natural na ilha nórdica. o artista nos apresenta um jogo simples de luz e água, no qual, iluminada por emissões brevíssimas de luz, a água jorra continuamente surgindo diante de nossos olhos como gotas de cristal suspensas no ar. Lembrando que não podem entrar quem tem problemas no coração, fobia, usam marcapasso...e outros recados explicado na placa!


1. Galeria G10 - Doug Aitken - Trata-se de abrir um furo de 200  metros de profundidade no solo, para nele instalar uma série de microfones e captar o som da Terra. Este som é transmitido em tempo real, por meio de um sofisticado sistema de equalização e amplificação, no interior de um pavilhão de vidro, vazio e circular,  que busca uma equivalência entre a experiência auditiva e aquela com o espaço. 



 O som que ouvimos é impressionante


 2. Galeria  Matthew Barney (G12) - A escolha pela mata afastada do núcleo do parque abre a leitura da obra para o campo da ecologia e reflete a preocupação ambiental do artista, mas também coloca em evidência elementos naturais que aludem aos orixás - o minério de ferro do solo e as árvores de eucalipto da mata.


 B2Conhecida como Patas de Elefantes


 Agora começa a parte laranja do mapa....

A6 - Jarbas Lopes (Troca-troca)é uma obra composta por três fuscas coloridos, com latarias permutadas entre si. Um sistema de som interliga os três carros. Com o Troca-troca(2002), Jarbas Lopes realizou uma primeira viagem, do Rio de Janeiro a Curitiba, em 2002. O artista convidou oito amigos para fazer o trajeto que culminaria na chegada ao Museu de Arte Contemporânea do Paraná. No caminho, colaram adesivos produzidos a partir do arquivo de palíndromos do artista Luis Andrade, nos pára-brisas dos carros que encontravam na estrada. 


3. Galeria  Cristina Iglesias (G19 Vegetation Room Inhotim) - Sua obra estrutura um labirinto de ficções que utiliza a escultura e a arquitetura como instâncias de um itinerário  físico e mental proposto ao espectador. Seu interesse por elementos conceituais retirados do universo do barroco, como o movimento, o labirinto e a ilusão de infinito, tem marcado a construção de suas obras, que se nutrem também de referências da literatura fantástica do século 19 e da ficção cientifica. 


4. Galeria  Cosmococa (G15) - Estas obras transformam projeções de slides em instalações ambientais que submetem o espectador a experiências multisensoriais. A gente interage com a obra (tem rede, piscina, balões, colchões)



 A22 - Giuseppe Penone (árvore suspensa) A obra parte da modelagem e conseguinte fundição em bronze de uma castanheira centenária, à qual outras partes de árvores foram soldadas. 



A21Chris Burden (Beehive Bunker) - é uma escultura que simula uma estrutura bélica de defesa, construída de maneira gradativa e sem o auxílio de máquinas. O local escolhido para a instalação da obra, um dos pontos mais altos de Inhotim, faz com que sua posição se assemelhe à de um posto de vigilância. Para a escultura, 332 sacos de concreto instantâneo foram dispostos em camadas alternadas e estruturadas mediante um sistema de irrigação que as torna compactas. 


A14Chris Burden (Beam Drop Inhotim) -  A obra foi refeita pela primeira vez em Inhotim em 2008, depois de ter subsistido apenas como documentação por mais de 20 anos. Numa ação que poderia ser descrita como performática, durante 12 horas um guindaste de 45 metros de altura lançou em uma poça de cimento fresco as 71 vigas que compõem a obra. O resultado desta operação de alto impacto é uma escultura de grandes dimensões que ocupa o alto de uma montanha em Inhotim, que se relaciona de maneira marcante com seu entorno, criando uma visão épica em meio à paisagem. 



5. Galeria  Carlos Garaicoa A hora juguemos a desaparecer (G18) - Trata-se de reagir a uma trajetória de modernidade tardia ou paralisada e, em última instância, transformada em ruína – da mesma maneira como os prédios miniaturizados, exibidos e incendiados na peça, que ao final de um ciclo de dias são substituídos por outros idênticos e novos.  A obra foi feita pensando especificamente na cidade como palco de guerra, numa mecânica agonizante entre destruição e reconstrução. (tudo em vela)



6. Galeria  Carroll Dunham (G22)- As obras entram em exposição pela primeira vez agora, em uma antiga casa de fazenda dentro da área do parque. O espaço foi adaptado especialmente para a exposição. Além dos traços pretos característicos que descrevem as figuras, a forma do espiral se tornou um código pictórico no trabalho de Dunham. 

A18 - Rirkrit Tiravanija (Palm Pavilion) -  O pavilhão é uma adaptação da famosa Maison Tropicale (1951), do arquiteto francês Jean Prouvé (1901- 1984), que desenvolveu um tipo de moradia pré-fabricada na França para os burocratas e comerciantes residentes nas colônias africanas. A réplica produzida por Tiravanija abriga em seu interior variadas espécies de palmeiras, vídeos, vitrines e mesas com objetos relacionados à planta, além de funcionar como ícone da história da arquitetura recente


 7. Galeria  Marilá Dardot (A Origem da Obra de Arte - G17)- a obra constitui um convite para a interação do espectador, instigado a compor palavras e sentenças e a distribuí-las pelo campo. Cada letra tem o feitio de um vaso de cerâmica (ou será o contrário?) e, à disposição do espectador, encontram-se utensílios de plantio, terra e sementes. Foi outra galeria que adorei!!!! Super interessante, a gente participar também!!! :) ....que pena que já tinha alguns vasinhos quebrados....


A15 - Jorge Macchi (Piscina)Assim, Piscina (2009) é a realização escultórica de um desenho que o artista fez de uma caderneta de endereço com índice alfabético, aqui transformada numa obra site-specific que é também uma piscina em funcionamento. (quem quiser nadar pode)


 8. Galeria  Psicoativa Tunga (G21)- Suas obras inclui ferro, metal...que faz lembrar sangue, cabelo, ossos, leveza, tramas....para saber mais acesse Psicoativa Tunga



9. Galeria  Galpão (G11)- Cardiff e Bures Miller estão na vanguarda de uma geração de artistas que emprega tecnologia de ponta em suas obras. Eles se valem de múltiplas linguagens, entre elas o vídeo, a instalação e a gravação sonora, para pesquisar a percepção audiovisual e a experiência do espectador, por meio da criação de sons físicos e esculturais.

A13 - Olafur Eliasson (Viewing Machine)Esta obra de Olafur Eliasson baseia-se nos princípios de funcionamento do caleidoscópio, gerando um efeito obtido pelo reflexo da luz em seis espelhos que formam um tubo hexagonal. Na etimologia da palavra caleidoscópio, estão as palavras gregas kalos (belo), eidos (forma) e scopos (observador) - "observador de belas formas", algo que o artista reinterpreta no título da obra: "máquina de ver".


 Ah que pena, a Galeria Valeska Soares (G14) estava em manutenção.

A19 - Dominique Gonzalez-Foerster (Desert Park)a artista propôs um novo ambiente externo que consiste numa pequena coleção de pontos de ônibus de concreto, em tamanho real, pré fabricados localmente, espalhados num campo de areia branca de deserto próximo à floresta tropical.


* Antes de terminar o passeio passamos no Vandário





.....deixamos Inhotim por volta das 15:00h  rumo Paraopeba/MG (dormimos lá - HC Hotel). No caminho passamos pela cidade Lagoa Dourada (terra do rocambole). Não deixem de passar no O Legítimo Rocambole, cada um mais delicioso que o outro. 



Dia 31/10 (sábado) - De manhã cedinho rumo Brasília, chegamos 17:00. No caminho passamos pelo famoso Restaurante Linguiça da Bete. Experimentamos sanduíche com linguiça de Lombo. Compramos para levar a de lombo e a de pernil! hummmmm


O que falar dessa viagem, ....super diferente, pois foi tudo de carro. Cidades históricas com tantas coisas maravilhosas para se passar. Vale muito andar por esse Brasil!! Que pena que teve essa calamidade da Barragem no distrito de Mariana, logo depois que chegamos dessa viagem.
Ah, as informações que postei das galerias, maioria foram todas retiradas do site INHOTIM.
É isso, até a próxima pessoal. 

5 comentários:

Bianca disse...

Esses dias estava lendo sobre esse parque de Inhotim e fiquei com vontade de visitá-lo, depois do seu post fiquei com mais vontade ainda, quanto lugar lindo!
Beijos

adelia_daniela disse...

que lugar fantástico!!! deu vontade de conhecer!vou procurar nos seus arquivos sua viagem a foz!eu também achei lindo!
adorei sua visita, e adorei seu blog!volte mais vezes
beijnhos
http://adeliadanielablog.blogspot.com.br/

Naity disse...

Oi Cleusa!!! Adorei o seu blog! Estou te acompanhando!! ;)

Gessica Morais (Kinha) disse...

Que fotos lindas e maravilhosas!
Beijo
;)
www.umalindapromessa.com

Ju Maria disse...

Que passeio maravilhoso, adorei as fotos!

http://cafeeconversas.blogspot.com.br

By Iâni Naíra